quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Protège-toi

    Estes teus planos são os que embaraçam, sente-se fria e provável de si, não te peço cautela, mas ao menos poderia ser sutil, não precisar do que é imposto... cadê teu controle? não há motivo para não amar-se, não há razão para fazer como se o finito fosse apressado, amargo por si, se te falta fôlego são sinais de atropelamento, tua vida te engolindo, para que remoçar tenha os pés cada vez mais distantes do espelho, de você. O que digo não é para ser profundo, pois é raso tal qual teu coração, a diferença entre os dois é que minhas palavras dou porque te quero bem e o coração dá porque trata o mundo inteiro como qualquer um.